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RESERVA - CASAS E SÍTIOS - SERRA DE IBITIPOCA-MG
PARAÍSO ECOTURÍSTICO
FIM DE SEMANA / FERIADO / FÉRIAS
TELEFONES: 32-32818135 / 32-99238135/ 21-22585240
e-mail: central-ibitipoca@uol.com.br
Ibitipoca, santuário ecológico, fica situada no sudeste de Minas
Gerais, entre as cidades de Juiz de Fora e Caxambu (pela Br-267).

A Serra de Ibitipoca destaca-se no cenário ecoturístico do Brasil sendo uma das maiores
biodiversidades do planeta. Com mais de 200 espécies de aves, abriga
fauna e flora raras, atraindo pesquisadores, cientistas e amantes da natureza.
Clique na foto para ver o zoom
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No Parque Estadual do Ibitipoca, que tem altitudes acima de
1700m, como também no seu entorno, montanhas de solo quartzífero
produzem nascentes de águas cristalinas que descem a Serra forman-
do os rios¨Vermelho¨e do ¨Salto¨, e desenham mais de uma centena de
cachoeiras, corredeiras e prainhas, para deleite de ecoturistas.
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Em meio aos campos de altitude cobertos por gramíneas e
flores nativas, ou beirando as matas de galeria que guardam animais
que eram ameaçados de extinção, trilhas e estradas rurais levam visitan-
tes a reservas naturais deslumbrantes, conservadas e protegidas pelo Instituto
Estadual de Florestas (IEF-MG), e por propriedades particulares vizinhas ao parque.
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Ibitipoca, no final do século XVII (por volta de l692), foi um dos
primeiros povoados da antiga Capitania das Minas Geraes, fundada
por expedicionários paulistas, os Bandeirantes, que iniciaram o período
histórico-econômico denominado Ciclo do Ouro do Brasil, colônia de Portugal na época.
No arraial de Ibitipoca foi erigida a primeira capela em devoção
a N.S. da Conceição em 1715, e já nesse ano a coroa portuguesa arre-
cadava importante quantia de impostos. Ibitipoca chegou a atingir, na primeira
metade do século XVIII, a população de , aproximadamente, 4000 ha-
bitantes, e serviu de apoio para as explorações das minas auríferas da
região do Vale do Rio das Mortes, até Vila Rica (hoje Barbacena e Ouro Preto,
respectivamente). A atual igreja matriz N. S. Conceição de Ibitipoca tem esculpida
na sua fachada, a marca do ano de l768, quando os tempos áureos começaram a declinar.
Com a exaustão das lavras de ouro, o arraial de Ibitipoca foi-
se esvaziando e atravessou o século XIX esquecido no alto das monta-
nhas, como no povoado fictício descrito por Gabriel Garcia Marques em seu livro
"Cem Anos de Solidão".
O Parque Estadual do Ibitipoca, após a sua criação em l973,
foi que então voltou a atrair as atenções para a Serra. Alguns pioneiros
do turismo ecológico, vindos de centros regionais como Rio de Janeiro,
São Paulo, Belo Horizonte e de cidades vizinhas como Barbacena, Juiz
de Fora, etc, redescobriram o lugarejo e a boa gente ibitipoquense, que
recebeu os visitantes com a tradicional hospitalidade mineira. Mas só na
década de noventa, foi estabelecido, de fato, o turismo.
Conceição de Ibitipoca é ainda um lugar típico do interior de
Minas, com pouco mais de 1200 habitantes. A calma e a mineirice dos
contadores de "causos" divertem os ouvintes, e as rodas de sanfona e vio-
lão entoam cantorias de "calangadas" ao modo caipira, em alguns bo-
tequins mais autênticos, de proprietários nativos. Ah! Não pode faltar
a boa cachacinha mineira! (destaque para a marca IBITPOCANA).
Ibitipoca, hoje, já conta com restaurantes de culinária caseira,
e nos finais de semana os bares proporcionam música ao vivo, além de
eventos anuais, como festivais culturais, gastronômicos, gincanas, o Ibitipoca Blues,
Ibitipoca Jazz Festival, Ibitipoca Off Road e o Lual do Ibitilua, entre outros.
Ibitipoca em 1993, para organizar e ordenar o crescente fluxo
de turismo na Serra fundou a Associação de Moradores e Amigos de Ibi-
tipoca-AMAI. A entidade se estabeleceu como O.N.G. em defesa
da comunidade e, entre muitas conquistas alcançou a elaboração e
aprovação do "Plano Diretor de Organização Territorial e Desenvolvimen-
to do Turismo em Conceção de Ibitipoca", sancionado pela câmara municipal.
Ibitipoca dispõe de excelentes meios de hospedagens para